As garotas da Girlie Hell tocam um heavy metal em sua melhor qualificação e estilo, com passagens interessantes pelo thrash. A banda formada por quatro mulheres, foi fundada em 2007, completaram 8 anos de estrada recentemente e trazem na bagagem um álbum de 11 faixas autorais, um vinil compacto de duas faixas, que teve uma repercussão monstruosa na mídia em geral, e possuem também vídeo clipes gravados. E as metaleiras de Goiânia-GO acabam de anunciar o lançamento do seu primeiro DVD "Get Low - Girlie Hell Unpluged" que chega as loja no segundo semestre de 2015 e de mais um single e vídeo clipe produzido o "My Best", totalmente inédito. Abaixo vocês vão poder curtir o clipe da música e saber sobre o lançamento do DVD das meninas. Curta a fã page da Girlie Hell nas redes sociais e fique por dentro de todas as novidades da banda. Não deixe de curtir as faixas disponibilizadas no SoundCloud.
Saibam mais sobre o lançamento do vídeo e do "Girlie Hell Unpluged":
Fãs da banda poderão ter seus vídeos inseridos no DVD "Get Low - Girlie Hell Unplugged"
O mais recente lançamento da banda feminina de rock/metal Girlie Hell foi o compacto em vinil vermelho "Hit And Run" lançado em 2014 pela Monstro Discos. Com apenas duas músicas, o trabalho teve uma enorme importância na discografia da banda e a recepção da imprensa ao disco não foi diferente. Em resenhas publicadas na imprensa, "Hit And Run" recebeu declarações como: "Um dos melhores “pequenos” trabalhos lançados em 2014" (Jornal Notícias do Dia); "Hipnotizante" (Tenho Mais Discos Que Amigos); "Simplesmente sensacional" (Rock On Stage); "Garra e talento inato" (Mondo Pop); "Único e belíssimo" (Heavy And Hell); "...me apaixonei pelo som delas" (Ponto Zero).
O excelente resultado obtido com "Hit And Run" injetou motivação extra nas quatro metaleiras de Goiânia, Bullas, Carol, Fernanda e Júlia, que agora anunciam mais dois lançamentos para os próximos meses.
O primeiro trata-se de um novo single e videoclipe para a inédita "My Best". Assim como as duas faixas do compacto, "My Best" foi gravada no Mr. Som Studio em São Paulo sob produção de Marcello Pompeu e Heros Trench e masterizada no West WestSide Music nos EUA por Alan Douches (Mastodon, Cannibal Corpse, Deicide).
Já o videoclipe de "My Best" foi filmado em Atibaia, interior de São Paulo, e produzido pela Movie 3 com direção de Mess Santos. A estreia, na TV e internet, acontece em Junho. Um teaser já está disponível no canal oficial da banda no Youtube.
O segundo lançamento que a Girlie Hell vem agora anunciar é bastante especial, trata-se do DVD "Get Low - Girlie Hell Unplugged". Como condena o título, o trabalho traz versões acústicas, com novos arranjos, para as músicas do disco de estreia das meninas, "Get Hard" de 2012, além de outras surpresas. Gravado ao vivo em estúdio, o DVD está sendo produzido pela Natora Filmes com direção da própria baterista Carol Pasquali, e também conta com as participações especiais de Pedro Bernardi (DRY) e Junior Meomack (Faroeste).
Uma grande novidade é que os fãs da Girlie Hell também poderão fazer parte de "Get Low - Girlie Hell Unplugged". A banda está convocando os fãs a enviar vídeos de até 30 segundos (gravados com câmera ou celular, na horizontal) contando alguma história pessoal que envolva a Girlie Hell. Os melhores vão entrar numa sessão específica do DVD e os autores receberão uma cópia gratuita de "Get Low - Girlie Hell Unplugged". Para participar, os interessados deverão enviar seus vídeos para o email girliehell@gmail.com até o dia 25 de Maio. Links para download pelo WeTransfer e Sendspace também serão aceitos.
"Get Low - Girlie Hell Unplugged" chega às lojas no segundo semestre de 2015.
Como eles mesmo dizem, a banda Seu Juvenal toca um rock and roll "errado", isto é, totalmente fora dos padrões "politicamente corretos" . A banda nascida em Uberaba, triangulo mineiro, no ano de 1997, completa 18 anos de estrada, trás na sua bagagem muita história e o rótulo de "esquisitos", porém que fazem um rock and roll marcante e clássico. Lançam esse ano o seu terceiro álbum e o melhor de tudo, única e exclusivamente em vinil. O protesto da banda está presente em suas canções de uma forma bem exposta e perceptível, onde falam sobre a crise do homem moderno perante o mundo digital, as guerras que nunca cessam, a solidão urbana, as crianças abandonadas, o politicamente correto e suas conseqüências, além, é claro, do assunto mais mal cantado do planeta: o amor. Se é errado ou não, curta a banda Seu Juvenal nas redes sociais e fique sabendo sobre os lançamentos da banda bem como suas novidades.
Saibam mais sobre a banda e seu álbum "Rock Errado":
Muito punk para ser metal e muito vintage para ser indie. O Seu Juvenal é daquelas bandas de rock que, na falta de um adjetivo melhor, você chamaria de esquisita.
Formada em Uberaba, Triângulo Mineiro, em 1997, antes eles atendiam pelo nome de Os Donátilas Rosários. Como não recebiam muitos convites para shows por serem considerados "estranhos demais", acabaram mudando para Seu Juvenal.
A primeira demo, “Cyberjecas no Sertão da Farinha Podre”, saiu logo no ano seguinte e foi gravada em São Paulo sob produção de Rainer Tankred Pappon (Central Scrutinizer Band).
Eis então que surgiram shows, festivais, mais demos e participações em coletâneas. A banda também gravou dois discos, "Guitarra de Pau Seco" de 2004 e "Caixa Preta" de 2008, e acabou transferindo-se para a cidade de Ouro Preto/MG onde chegou à formação atual.
Passados quase 20 anos, hoje o Seu Juvenal encontra casa cheia toda vez que se apresenta em Uberaba, mesmo sendo a mesma banda estranha e esquisita de antes.
"Nós não somos bonitos e nem coloridos. Não tocamos na rádio e não nos enquadramos em nenhum segmento. Fazemos rock do jeito errado para os padrões do politicamente correto", é o que diz, em tom urgente, o baterista Renato Zaca.
"Rock Errado", título do novo álbum do Seu Juvenal, não poderia ser mais apropriado. O disco foi gravado em apenas quatro dias no Lab.áudio em Passagem de Mariana/MG, sob produção de Ronaldo Gino, também guitarrista do Virna Lisi. ”Nós já gravamos duas vezes em São Paulo e uma vez em Belo Horizonte e em todas estas ocasiões, mesmo tendo ao nosso redor um arsenal de equipamentos, não tivemos a tranquilidade necessária para dar o nosso melhor”, explica o guitarrista Edson Zacca. “Desta vez, além de termos uma sala e equipamentos muito bons, tivemos um produtor que já conhecia a banda, pois já havíamos trabalhado com o Ronaldo Gino no disco "Guitarra de
Pau Seco". Em "Rock Errado" ele veio trabalhando com a gente desde a pré-produção.”
TRACKLIST:
LADO A
1- Homem Analógico
2- Free Ordinária
3- Antropofagia Disfarçada
4- Asfalto
5- Louva-A-Deus
LADO B
1- Um Dia de Fúria
2- Rock Errado
3- Moleque Dissonante
4- A Chuva Não Cai
5- Burca
A boa interação da banda com o produtor é reflexo do sistema democrático de composição no Seu Juvenal. Em “Rock Errado”, todos os músicos assinam como compositores.
“As composições nascem quase sempre da mesma forma”, conta Zacca. “Alguém chega com uma base, com ou sem letra, e tudo começa. Geralmente a base vem primeiro. O interessante é perceber que cada um de nós tem um estilo bem próprio de compor que, quando somado, gera este som estranho e cheio de referências que é o Seu Juvenal”. “Rock Errado” é mesmo de uma extensão musical e tanto. Ao ouvir o álbum é possível encontrar elementos do punk, metal, indie, classic rock, grunge, stoner, etc. Segundo Zacca, o Seu Juvenal é uma banda obstinada a trair movimentos.
“Ninguém sabe ao certo qual será a sonoridade do próximo disco do Seu Juvenal. A cada disco traímos algum movimento. Tem muito de Melvins, Butthole Surfers, Fugazi e Pixies neste disco. Bandas que conseguem ser pesadas e ao mesmo tempo leves. "Um Dia de Fúria" e "Antropofagia Disfarçada" têm muito peso, mas sem aquela distorção e os trejeitos já tradicionais do metal. Sons como "A Chuva Não Cai" e "Asfalto" possuem um lirismo que nunca a banda tinha experimentado antes. Também conseguimos colocar no caldeirão nossas influências de Buzzcocks, New York dolls e Free em músicas como "Rock Errado", "Homem Analógico" e "Free Ordinária". Já nas letras, e no nosso jeito de cantar, é onde nossas influências brasileiras estão presentes. Jards Macalé, Itamar Assumpção, Arrigo Barnabé e Titãs são nossos professores de como colocar letras em português no rock'n' roll.”
Falando em letras, a pluralidade musical do Seu Juvenal também estende-se para esse campo, embora eles não tenham dificuldade em apontar seus temas preferidos. “Nos inspiramos pelos fatos do momento”, conta Zacca. “Não conseguimos viver de passado e nem ficar viajando em letras psicodélicas. Neste disco os temas são muito urgentes e presentes. A crise do homem moderno perante o mundo digital, as guerras que nunca cessam, a solidão urbana, as crianças abandonadas, o politicamente correto e suas conseqüências, além, é claro, do assunto mais mal cantado do planeta: o amor!”
Baseado numa ideia de Renato Zaca, a capa de “Rock Errado” é assinada por Dinho Bento.
”O Renato tava pirado nesta história de se fazer um disco politicamente incorreto. Ele então fez uma foto de um boneco todo arregaçado, com uma agulha no braço, um cigarro na mão e vários outros detalhes terríveis e mandamos essas ideias cruas para o nosso parceiro Dinho Bento e ele nos devolveu esta capa. Ele propôs que em vez da criança estar derrotada, ela estivesse é mandando um foda-se bem dissonante como diz a letra da música. E em vez do tabaco, um tiúris. Continuou politicamente incorreta, mas passou força e energia positiva. É, na verdade, um pequeno Seu Juvenalzinho irado e inconseqüente”, contou Zacca.
“Rock Errado” ainda traz uma imensa lista de convidados especiais. ”Como gravamos praticamente em casa, foi natural termos os amigos presentes. Todas foram marcantes. Mas destaco a participação do Manu Joker na faixa título. É uma música bastante punk 77 que o Renato trouxe praticamente pronta pro ensaio. Ao escuta-la, na hora lembramos do estilo vocal do Uganga. Ninguém teve dúvida de que ficaria muito bom”.
Duas músicas de “Rock Errado” já ganharam videoclipes. Com a direção de Marcello Nicolato,
o clipe de “Burca” conta com a participação da atriz Nina Caetano. Já “Asfalto” traz imagens das ruas de Belo Horizonte e Ouro Preto feitas pelo diretor Julliano Mendes sob a concepção de "vídeo-poesia".
"Rock Errado" foi lançado exclusivamente em vinil pela gravadora Sapólio Rádio.
Pop Javali é um power trio brasileiro que surpreende com a sua qualidade musical, seguindo o exemplo de power trios consagrados no cenário do metal mundial. Com mais de 23 anos de carreira e muita música boa na bagagem, lançaram em maio de 2014 passado, a exatamente um ano, o seu segundo trabalho de estúdio. O álbum “The Game Of Fate”, foi lançado dois anos após o seu primeiro álbum o “No Reason To Be Lonely”, em 2011.
A banda tem shows confirmados na Inglaterra, Suíça e Alemanha onde vão poder mostrar seu trabalho para públicos variados, com gostos e experiências diferentes.
Acompanhe a banda Pop Javali nas redes sociais e fique por dentro de suas novidades, que com certeza tem muitas por vir.
Saibam mais sobre a banda e seu novo álbum "The Game Of Fate" :
Rush, Motörhead, Cream, EL&P, Triumph, ZZ Top, The Police. A história do rock está repleta de power trios incríveis. Não há como negar que as formações de bandas de rock com apenas três integrantes possuem algo especial. Apenas uma questão estética? Basta tomar como base os nomes citados pra concluir que não.
O Pop Javali é um power trio brasileiro que há mais de 20 anos vem seguindo os mesmos passos de seus predecessores.
Formada em 1992, a banda mantém a mesma formação até hoje: Marcelo Frizzo (baixo e vocal), Jaéder Menossi (guitarra) e Loks Rasmussen (bateria).
Por mais que durante a segunda metade da década de 90, Jaéder e Loks tenham se destacado com a banda Mystical Warning - com quem lançaram o álbum "Third Millenium" pela Megahard Records em 1998 - o Pop Javali sempre manteve-se ativo e produtivo.
Já dividiram o palco com algumas das maiores bandas de rock de todos os tempos, como o Deep Purple e Uriah Heep, e gravaram dois álbuns, “No Reason To Be Lonely” de 2011 e o mais novo trabalho, “The Game Of Fate”.
De acordo com Marcelo Frizzo, as músicas de “The Game Of Fate” começaram a surgir logo após o lançamento do debute.
“O ano de 2012 foi dividido entre shows de divulgação do "No Reason To Be Lonely" e o trabalho de composições para o novo álbum. Fizemos pré-produção, ensaiando e gravando as músicas, sentindo a evolução dos arranjos. Além disso, fomos tocando algumas músicas em shows e sentindo a reação do público. Isso é essencial para amadurecer cada peça”.
“The Game Of Fate” foi produzido pelos irmãos Andria e Ivan Busic do Dr. Sin, outro seminal power trio brasileiro, certamente mais uma referencia direta para o Pop Javali.
TRACKLIST:
1- Lie To Me
2- Healing No More
3- Mindset
4- Road To Nowhere
5- Free Men
6- Time Allowed
7- A Friend That I’ve Lost
8- Wrath Of The Soul
9- Enjoy Your Life
10 – I Wanna Choose
11 – The Game Of Fate
Segundo Loks Rasmussen, o encontro do trio com os irmãos Busic foi obra do destino. ”Minha tia trabalhou alguns anos como cuidadora de idosos e, coincidentemente, a mãe dos Busic foi uma delas. Minha tia então levou um CD nosso para o Ivan, que me ligou parabenizando assim que ouviu o disco. Ele então nos convidou para conhecer o estúdio Sonata 84 e se colocou a disposição pra produzir o disco. Assim nasceu não só The Game Of Fate, mas laços pessoais e musicais. De fãs, passamos a ser amigos e parceiros de trabalho.”
Os laços entre Pop Javali e Dr Sin estreitaram-se da tal maneira que os próprios irmãos Busic fazem questão de ressaltar o relacionamento existente entre eles.
"São grandes pessoas e donos de um talento musical raro”, diz Ivan Busic. “Eles têm no conjunto a formula de uma banda que faz música com o coração. Um álbum repleto de peso, melodias, grooves e riffs de tirar o fôlego. Parabéns, meus irmãos. Longa vida ao Pop Javali".
Parceiro na produção e irmão de Ivan, Andria Busic também não economiza elogios ao trio.
“Para mim foi um grande prazer poder produzir músicos tão competentes e que também se tornaram grandes amigos. Fico muito feliz em fazer parte da historia desta banda que, com certeza absoluta, veio pra ficar e melhorar o cenário do rock brasileiro”.
Marcelo ressalta que o trabalho com os irmãos Busic foi pautado, sobretudo, pelo respeito.
“Eles são excelentes engenheiros de som e produtores que respeitam muito a essência da banda. Nenhum arranjo foi modificado, houve uma ou outra sugestão pontual, mas os arranjos que você ouve no disco são exatamente aqueles que compusemos nos ensaios”.
Falando em processo de composição, depois de tanto tempo tocando e compondo juntos, o momento criativo no Pop Javali acabou se tornando uma experiência metafísica.
“Depois de mais de 20 anos tocando juntos, fica fácil mostrar uma ideia de uma música e fazer com que o outro entenda sem precisar ficar explicando muito”, reflete o guitarrista Jaéder Menossi. “Mas acontece algo curioso com a gente: quando estamos criando, algumas músicas soam pra gente como se já existissem! Em alguns momentos conseguimos "ouvir" essa música nova no ar e a transpomos para os instrumentos. O processo de composição do Pop Javali tem algo de “espiritual", não se baseia em regras de teoria musical.”
Esse elemento espiritual também permeia, de certa forma, o conteúdo das letras do álbum e, consequentemente, acaba refletindo na arte da capa.
"O surrealismo contido na capa tem a intenção de fazer pensar em como você vê (olho) a vida passando (relógio) e o que isso pode significar pra sua vida. O tempo é suficiente? Qual o seu tempo? O que você faz com o tempo que tem? Coisas assim, relacionadas à vida, ou ao Jogo Do Destino, como diz o título do álbum, são pensamentos que cultivamos ao longo de nossa carreira e queremos compartilhar com as pessoas através desse álbum".
Desde seu lançamento em maio de 2014, "The Game Of Fate" tem conquistado a mídia do país inteiro."Um dos melhores álbuns de Hard/Heavy dos últimos anos", publicou, por exemplo, a renomada revista Roadie Crew em resenha feita sobre o disco.
Na mesma publicação, "The Game Of Fate" rendeu ao Pop Javali três indicações entre os Melhores de 2014: Melhor Álbum, Melhor Baixista e Melhor Baterista.
O jornalista Marcelo Moreira, do UOL, incluiu "The Game Of Fate" na sua lista pessoal dos 10
Melhores Álbuns de 2014. O Pop Javali dividiu o espaço com outros grandes nomes do rock nacional como Ratos de Porão, Pitty, Raimundos, Titãs, Noturnall, Uganga, etc.
"The Game Of Fate" está disponível nas melhores lojas físicas e também nas digitais como iTunes, Rdio, Spotify e Deezer. Já em termos de palco, o trio tem feito shows por todo país – inclusive alguns ao lado dos seus amigos do Dr Sin – e confirmaram sua primeira turnê européia para Outubro.
Eles tocam o puro e clássico heavy metal, sem nenhuma ramificação pré-definida ou "tachada", hora partem pra uma pegada mais forte, hora uma mais melódica, porém fazem isso de uma forma harmoniosa e bem executada. A banda Higher formada a pouco tempo, lançaram em agosto de 2014 seu primeiro trabalho de estúdio. Não se precipitem antes de curtir o som dos caras, que pelo pouco tempo de formação de banda, já se conhecem e tocaram juntos em trabalhos entre os anos de 95 à 97. Foi a paixão pelo heavy metal que reuniu Cezar Girardi e Gustavo Scaranelo, dois excelentes músicos e também apaixonados por jazz, recrutaram mais três excepcionais integrantes e fundaram a Higher. Acompanhem a banda nas redes sociais e fique por dentro das notícias e novidades sobre essa excelente banda.
Saibam mais sobre a banda a o álbum autointitulado "Higher":
Cezar Girardi e Gustavo Scaranelo são dois músicos profissionais bastante experientes e respeitados no cenário da música brasileira, especialmente nos campos do jazz e da música instrumental. Entretanto, nutrem outra característica em comum: a paixão pelo heavy metal. Em 1995 fundaram a Second Heaven, banda que infelizmente não deixou registros e acabou sendo desativada dois anos depois. A dupla passou então a se dedicar aos estudos acadêmicos de música, o que acabou por levá-los para outros segmentos onde fizeram carreira. Mas a paixão pelo metal manteve-se pulsante durante todo esse tempo. Depois de uma conversa telefônica, decidiram reunir-se para tocar e compor heavy metal novamente. O resultado? Uma nova banda: Higher!
A Higher traz enraizada algumas características singulares: é uma banda formada única e exclusivamente pela paixão dos músicos pelo heavy metal, ou seja, o trabalho é livre de qualquer pretensão comercial ou mercadológica que eventualmente pudesse interferir no aspecto artístico; essa própria experiência em outros estilos naturalmente conferiu-lhes uma musicalidade deveras original, repleta de identidade, como nunca se ouviu antes!
Inconclusa será a tarefa do crítico musical que ousar rotular a banda dentro de qualquer subsegmento preexistente no heavy metal.
"Quando nos reencontramos, tivemos dificuldade em compreender qual seria o resultado estético da retomada desse trabalho autoral de metal", revela o guitarrista Gustavo Scaranelo. "Havíamos assimilado muitas influências e não seria possível retomar a mesma linha anterior. Mas éramos bastante convictos do trabalho que havíamos feito quase 20 anos antes. Esse foi então nosso ponto de partida: retomar as antigas composições com uma nova roupagem, além de compor material novo. Eu estava extremamente cativado por uma forma de metal mais agressiva, apesar de completamente imerso no universo harmônico do jazz; já o Cezar, sempre teve uma predileção pelas composições melodiosas dos gêneros da música elaborada. Colocamos nossas diferenças e semelhanças numa grande soma. A Higher nasceu da nossa sincera vontade de produzir algo com o coração inspirado pelas alegrias que a música já havia nos dado. O resultado é essa mescla de agressividade e sutilezas musicais."
Para completar a formação, fez-se necessário outros músicos de experiência comprovada, como é o caso do baixista chileno Andrés Zúñiga (ex-professor do EM&T e colunista da revista Bass Player) e o baterista Pedro Rezende (que estudou com Virgil Donati na Austrália). Recentemente também recrutaram o guitarrista Felipe Martins de apenas 16 anos!
"Quando nos juntamos para “ressuscitar” nosso projeto de metal, considerávamos os membros do projeto anterior”, relembra Gustavo. “Mas somente eu e Cezar havíamos seguido a carreira profissional, o que resultaria numa incompatibilidade. Começamos então a mostrar a pré-produção para alguns músicos que admirávamos. O Andrés chegou dessa forma, sempre que tínhamos algo novo mostrávamos a ele, até que um dia ele se ofereceu para gravar os baixos. É um músico extremamente valioso, experiente e multi-instrumentista.
Já havia visto o Pedro tocando metal, e, apesar de saber que ele andava se aventurando pelo jazz e pela música brasileira, quando o encontrei numa ocasião perguntei: “como andam seus dois bumbos?”, e ele me respondeu, “mais rápido que nunca!”. O resultado já se conhece. O Felipe é meu aluno na especialização de jazz da EM&T, o conheci quando ele tinha apenas 12 anos. Ele não participou das gravações, foi escalado no momento em que o disco precisava ir para o palco. Apesar da pouca idade, ele tem competência para fazer parte do time. Trabalhamos nos moldes profissionais, mas ganhamos uma verdadeira família.”
Gravado em São Paulo no Fusão Studios com produção de Thiago Bianchi (Shaman, Noturnall), o disco de estréia autointitulado chega agora ao mercado com a mesma expectativa de um grande nome do metal nacional, embora seja uma banda recém-formada.
TRACKLIST:
1- Lie
2- Illusion
3- Keep Me High
4- Climb The Hill
5- Like The Wind
6- Break The Wall
7- Time To Change
8- Make It Worth
9- The Sign
“Conhecemos o Thiago através do Fernando Quesada, que ouviu a pré-produção e ficou interessado. Havíamos iniciado as gravações com Guilherme Gazaffi e o próprio Fernando, atuando como técnicos, em diferentes estúdios. Quando chegamos ao Fusão, rolou uma sintonia muito legal com o Thiago. Eu e Cezar já havíamos feito todo trabalho de produção, mas precisávamos de alguém para “entalhar essas formas”. O Thiago mixou e masterizou o disco, colocou nossa criação no alto e deu a ela uma incrível aparência sonora.”
A capa do álbum é assinada por Carlos Fides (Noturnall, Shaman, Fire Shadow) e, segundo Gustavo, reflete o conteúdo das letras e do conceito ideológico dos integrantes do Higher. "Quando decidimos iniciar esse projeto, nos perguntamos: de quais ideias nossa música seria veículo? A conclusão foi instantânea: aproveitar a vida e seus desafios para tornar-se uma pessoa melhor é algo que eu e o Cezar sempre valorizamos, e, para nós, isso talvez justifique a vida humana. Desse conceito nasceu o nome Higher: o ser humano lutando por uma condição mais elevada. A força e o vigor que o heavy metal sempre nos transmitiu fez dele um veículo digno. Não queremos passar a idéia de que estamos nessa condição mais alta, apenas estamos nessa briga pela autotransformação. Não somos detentores de nenhuma verdade, e esperamos que as pessoas recebam nossa mensagem e nos vejam como cúmplices nessa jornada da evolução humana. O respeito é o princípio de qualquer postura madura, é possível, e necessário, discordar sem desrespeitar. Todas as letras foram escritas depois dessas definições, a concepção gráfica do disco e a composição do material novo também foram baseados nessa idéia. Não existe Higher sem esse conceito."
O disco de estréia do Higher é um lançamento independente. Em breve serão divulgados detalhes sobre distribuição no Brasil e exterior.
FORMAÇÃO:
Cezar Girardi (vocal)
Gustavo Scaranelo (guitarra)
Felipe Martins (guitarra)
Andrés Zúñiga (baixo)
Pedro Rezende (bateria)
O som da banda é totalmente thrashcore nacional, com letras em português. A banda Uganga que já tem mais de vinte anos de estrada, quatro álbuns de estúdio e um ao vivo, lançaram no final do ano passado seu quarto álbum de estúdio, chamado "Opressor". Os mineiros da banda Uganga relatam que o álbum é a prova da evolução musical da banda, de toda maturidade que adquiriam nesses anos de carreira, entre erros e acertos. Acompanhe a banda Uganga nas redes sociais e saibam de todas as novidades desses que são os melhores thrashcore do país.
Saibam mais sobre a banda e o álbum Opressor:
Vinte anos de estrada, quatro álbuns de estúdio, um álbum ao vivo e duas turnês européias.
Esses números seriam suficientes para creditarmos ao Uganga o título de uma das bandas de thrashcore mais importantes do país. Mas não são por causa de números ou adjetivos que o Uganga está na estrada. A única coisa que importa para esses mineiros é a música.
Manu "Joker", Christian Franco, Thiago Soraggi, Raphael "Ras" Franco e Marco Henriques encaram o Uganga como uma grande família. Não a toa eles mantêm a mesma formação por mais de 10 anos. Entre acontecimentos bons ou ruins, a banda segue sempre unida, e é com muita integridade que agora apresentam seu novo álbum de estúdio, “Opressor”.
Integridade artística, técnica, profissional, pessoal e, por que não, espiritual. “Opressor” é o Uganga em sua maioridade musical. Reflexo direto de experiência vivida e comprovada, erros e acertos, sonhos e desilusões. Com “Opressor”, o Uganga é tão sincero quanto o amor e o ódio. E a escolha é sua!
“Opressor” foi gravado no estúdio Rocklab em Goiânia/GO e produzido por Gustavo Vazquez, que entendeu como ninguém o espírito e proposta do Uganga: misturar thrash metal com hardcore independentemente de quaisquer amarras estilísticas, filosóficas ou conceituais.
"Já faz algum tempo que resolvemos produzir nossos discos com alguém de fora com experiência técnica o suficiente para cuidar de toda a parte de engenharia de áudio”, conta o vocalista Manu Joker. “Para Opressor escolhemos nosso amigo Gustavo Vasquez, que além de conhecer tudo em termos de timbres, captação e mixagem, nos deu excelentes ideias de arranjos. Conseguimos captar o som da banda ao vivo sem todas essas digitalizações e maquiagens que podemos ouvir em várias produções atuais. Buscamos algo mais analógico e cru. Foram dois anos de dedicação extrema à composição dessas faixas. Acho que tanto musicalmente quanto na parte das letras, a banda deu vários passos à frente”.
“Guerra” abre o álbum com a urgência inerente à música do Uganga. “O Campo” foi inspirada na visita que a banda fez aos campos de concentração em Auschwitz, na Polônia, durante sua primeira turnê européia em 2010. A intensidade prevalece na faixa título – que traz inspiração nas bandas pesadas dos anos 90 –, enquanto que “Moleque de Pedra” traz o hardcore à tona, destacando a participação de Juarez Tibanha (Scourge, ex-Cirrhosis).
“Casa” é o arquétipo do thrashcore feito pelo Uganga, já “Modus Vivendi” foi criada numa jam com todo o grupo reunido e novamente traz muito da sonoridade característica do rock/metal feito nos anos 90. “Nas Entranhas do Sol” fala sobre experiências extrassensoriais com uma letra de uma ambiguidade sem igual, sinistra e devocional. Ao se basear pelo riff inicial, “Aos Pés da Grande Árvore” poderia estar em “Rotting” do Sarcófago, mas ao entrar os marcantes coros fica claro que essa ideia não ultrapassa as referências subconscientes ao passado de Manu Joker. O disco fecha com o experimentalismo de “Guerreiro”, cuja letra é basicamente um poema musicado e de conteúdo muito significativo.
O tracklist de “Opressor” ainda reúne uma versão que o Uganga gravou para "Who Are The True?" do Vulcano que, de acordo com Manu Joker, conecta-se diretamente com o universo do Uganga, seja musicalmente ou em termos de letras.
TRACKLIST:
1- Guerra
2- O Campo
3- Veredas
4- Opressor
5- Moleque de Pedra
6- Casa
7- L.F.T.
8- Modus Vivendi
9- Nas Entranhas do Sol
10- Aos Pés da Grande Árvore
11- Noite
12- Who Are The True?
13- Guerreiro
"A música tem muito a ver com a nossa pegada que mistura o old school com o groove dos anos 90, e, é claro, tem uma letra bem legal. O metal sempre teve uns coxinhas de nariz em pé julgando todo mundo em nome do que é certo ou errado, do que é real ou falso e bláblá-blá. Acho isso um grande papo furado, cara!” "Who Are The True?" ainda conta com as participações especiais de Murillo Leite do Genocídio e de Ralf Klein, guitarrista da veterana banda alemã Macbeth.
Assim como nos discos anteriores do Uganga, o título “Opressor” surgiu antes de qualquer música estar pronta e norteou todo o conteúdo do álbum.
"O título é uma observação do mundo contemporâneo", explica em tom urgente o vocalista.
"Não estamos tratando apenas de política, guerras, ou seja o que for. A abordagem é ampla.
Em meu ponto de vista, o ser humano está degradado, tornando-se mais fútil a cada dia. Eu, você, nós estamos todos no mesmo barco. As milhares de formas de opressão, drogas, vício, ego, corrupção, violência, fome, as falsas verdades que não param de cair por terra, toda essa merda serviu de inspiração. Gosto de buscar algo positivo em tudo que escrevo, mesmo nos temas mais obscuros, e com certeza esse álbum tem temas bem pesados."
Assinada pelo artista Beto Andrade, a capa de "Opressor" é uma síntese autêntica do conteúdo das letras e do título do álbum.
"A capa representa uma entidade imaginária, o Opressor", explica Manu. "Podemos defini-lo como um espelho das nossas fraquezas. Ele é alimentado pelos vícios, pelos atrasos do ser humano. Na própria figura da entidade alguns desses elementos estão representados como a ganância, as drogas, o tráfico, as guerras, o sexo, etc."
A banda filmou dois videoclipes para “Opressor”: “Guerra” e “Casa”. Ambos foram dirigidos por Eddie Shumway e trazem imagens filmadas na Polônia, Eslovênia, Hungria, Suíça, França, Áustria e Itália durante a segunda turnê européia realizada pelo Uganga em 2013.
“Opressor” foi lançado no Brasil pela Sapólio Rádio - mesma gravadora que lançou “Eurocaos Ao Vivo” em 2013 – com distribuição da Voice Music e Hellion Records.
"Opressor" foi eleito "Melhor Álbum Nacional de Rock de 2014" pelos leitores do Heavynroll.
Em resenhas já publicadas, "Opressor" tem recebido declarações como: "Bombástico" (Roadie Crew); "Avassalador" (Musikkaos); "Elite do Thrashcore nacional" (Som Extremo); "Merece estar cada vez mais no topo do metal nacional" (Mondo Metal).
FORMAÇÃO:
Manu “Joker” (vocal)
Christian Franco (guitarra)
Thiago Soraggi (guitarra)
Raphael “Ras” Franco (baixo e vocal)
Marco Henriques (bateria e vocal)